Indicações metodológicas para a definição do subdesenvolvimento

Indicações metodológicas para a definição do subdesenvolvimento (Revista Brasileira de Ciências Sociais, Belo Horizonte)
Artigo, 1963

VIEIRA PINTO, Álvaro. Indicações metodológicas para a definição do subdesenvolvimento. In: Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. III, n. 2 (jul). Belo Horizonte: Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade de Minas Gerais, 1963. p.252-279.

Acesso a obra:

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Sobre a obra:

  • “Em julho de 1963, publica, pela Revista Brasileira de Estudos Sociais do Departamento de Ciências Econômicas da Universidade de Minas Gerais, o artigo “Indicações metodológicas para  a definição de subdesenvolvimento”.”  (CÔRTES, 2003, p.320-321, grifos da autora)
  • “Em meio a essa mobilização nacional populista, em 1963, desencadeia-se uma campanha anti-isebiana através dos meios de comunicação e, em meio a esta agitação social, Álvaro Vieira Pinto, escreve um artigo de vinte sete páginas, em julho de 1963, publicado na Revista Brasileira de Ciências Sociais, de publicação quadrimestral, no vol. III de julho de 1963 – n.2, p.242-279, com o título “Indicações metodológicas para a definição do subdesenvolvimento”, para responder às críticas de leitores e estudiosos contrários a sua concepção de subdesenvolvimento.” (FÁVERI, 2014, p.99-100)

Considerações sobre a lógica do antigo estoicismo

Indicações metodológicas para a definição do subdesenvolvimento
Artigo, 1963

VIEIRA PINTO, Álvaro. Indicações metodológicas para a definição do subdesenvolvimento. In: Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. III, n. 2 (jul). Belo Horizonte: Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade de Minas Gerais, 1963. p.252-279.

Acesso a obra:

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Sobre a obra:

  • “Em julho de 1963, publica, pela Revista Brasileira de Estudos Sociais do Departamento de Ciências Econômicas da Universidade de Minas Gerais, o artigo “Indicações metodológicas para  a definição de subdesenvolvimento”.”  (CÔRTES, 2003, p.320-321, grifos da autora)
  • “Em meio a essa mobilização nacional populista, em 1963, desencadeia-se uma campanha anti-isebiana através dos meios de comunicação e, em meio a esta agitação social, Álvaro Vieira Pinto, escreve um artigo de vinte sete páginas, em julho de 1963, publicado na Revista Brasileira de Ciências Sociais, de publicação quadrimestral, no vol. III de julho de 1963 – n.2, p.242-279, com o título “Indicações metodológicas para a definição do subdesenvolvimento”, para responder às críticas de leitores e estudiosos contrários a sua concepção de subdesenvolvimento.” (FÁVERI, 2014, p.99-100)

Note sur la traduction de Platon, Timée 43 b

Note sur la traduction de Platon, Timée 43 b
Artigo, 1952

VIEIRA PINTO, Álvaro. Note sur la traduction de Platon, Timée 43 b. In: Revue des Études Grecques, v. 65, n. 306-308. Paris, jul./dez 1952. p.469–473.

Acesso a obra:

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Sobre a obra:

  • “Ao retornar em 1950, torna-se o titular da cadeira de História da Filosofia da FNfi. Sua longa tese de livre-docência, Ensaio sobre a dinâmica na cosmologia de Platão, dedicada a San Thiago Dantas, deu origem a pequeno trabalho especial publicado na Revue des Études Grecques, e foi aprovada em grau máximo pela banca examinadora formada pelos seguintes professores: Nilton Campos, Leandro Ratsibona, Lívio Teixeira, José Barreto Leite e frei Damião Berge.” (CÔRTES, 2003, p.318)
  • “Em 1951, Vieira Pinto publicará na Revista do Diretório Acadêmico da Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil, sua tradução do Perì Phýseos de Parmênides, e em 1952, na Revue des Études Grecques, um pequeno comentário ao passo 43b, do Timeu, no qual propõe uma leitura das dificuldades de tradução (…)“ (MORAES AUGUSTO, 2009/10, p.116)
  • “A partir dessa leitura, Vieira Pinto procurará mostrar que tal passagem expressa a concepção platônica da natureza retilínea do movimento natural e espontâneo que anima as partículas materiais elementares, e confrontando-a com Timeu, 31a – onde Platão explica as condições nas quais a alma cósmica é imposta ao corpo do universo e como devemos a ele a instituição do movimento circular periódico e a supressão do movimento das partículas materiais livres –, concluirá que na visão cosmológica platônica já está contida a ‘intuição do princípio da inércia.’ ” (MORAES AUGUSTO, 2009/10, p.117)

Estudos e pesquisas científicas (I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII, IX)

Estudos e pesquisas científicas (I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII, IX)
Artigos (Coluna mensal na Revista Cultura Política), 1941-1942

VIEIRA PINTO, Álvaro. Estudos e Pesquisas Científicas I. In: Cultura Política – Revista Mensal de Estudos Brasileiros, n. I, 1941. p.264–273.

VIEIRA PINTO, Álvaro. Estudos e Pesquisas Científicas II. In: Cultura Política – Revista Mensal de Estudos Brasileiros, n. II, 1941. p.270–272.

VIEIRA PINTO, Álvaro. Estudos e Pesquisas Científicas III: A radioatividade de alguns minerais brasileiros. In: Cultura Política – Revista Mensal de Estudos Brasileiros, n. III, 1941. p.278–280.

VIEIRA PINTO, Álvaro. Estudos e Pesquisas Científicas IV. In: Cultura Política – Revista Mensal de Estudos Brasileiros, n. V, 1941. p.286–288.

VIEIRA PINTO, Álvaro. Estudos e Pesquisas Científicas V. Contribuições Brasileiras à Matemática. In: Cultura Política – Revista Mensal de Estudos Brasileiros, n. VI, 1941. p.292–294.

VIEIRA PINTO, Álvaro. Estudos e Pesquisas Científicas VI. In: Cultura Política – Revista Mensal de Estudos Brasileiros, n. VII, 1941. p.309–311.

VIEIRA PINTO, Álvaro. Estudos e Pesquisas Científicas VII. Contribuições Brasileiras à Matemática. In: Cultura Política – Revista Mensal de Estudos Brasileiros, n. VIII, 1941. p.284–286.

VIEIRA PINTO, Álvaro. Estudos e Pesquisas Científicas VIII. Contribuições Brasileiras à Matemática. In: Cultura Política – Revista Mensal de Estudos Brasileiros, n. XII, 1942. p.256–258.

VIEIRA PINTO, Álvaro. Estudos e Pesquisas Científicas IX. In: Cultura Política – Revista Mensal de Estudos Brasileiros, n. XIV, 1942. p.238–239.

Acesso a obra:

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Sobre as obras:

  • “Quando da II Guerra Mundial, no período de 1941 até 1949, além de se tornar professor adjunto na cadeira de História da Filosofia, na Faculdade Nacional de Filosofia, começou a escrever e publicar, numa coluna mensal da Revista Cultura Política, crônicas da vida acadêmica e científica brasileira.” (FÁVERI, 2014, p.95)
  • “VIEIRA PINTO. Professor na Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil; ex-professor de filosofia das ciências na Universidade do Distrito Federal; médico e cientista, dedicado a estudos e pesquisas de laboratório, em contácto incessante com os grandes centros de investigação científica da Capital da República e trabalhando na Fundação Gaffré e Fuinle do Rio de Janeiro; já tendo redigido seções de ciências em outras revistas brasileiras — o autor desta crônica propõe-se focalizar a evolução dos estudos e pesquisas científicas que se veem realizando no Brasil, durante êstes últimos anos. No seu artigo inicial, saliente êle o muito que temos avançado nêsse terreno, ainda mal conhecido do público; o estimulo e amparo que os novos cientistas brasileiros — outrora tolhidos em seus entusiasmos e iniciativas — encontram agora nos poderes públicos e no ambiente de sadia compreensão que hoje os envolve. Há, no Brasil Novo, uma febre de estudos e investigações, de que resultarão incalculáveis benefícios para a nossa cultura e para a nossa própria segurança. O apoio governamental, o aumento de recursos técnicos, orientados para o melhor aproveitamento das nossas riquezas intelectuais e materiais — são traços característicos da nova era científica que vivemos. Trazer isso permanentemente ao conhecimento do público; mostrar, mês a mês, o que se vem produzindo em nosso pais, para a maior progresso da técnica e das ciências teóricas e experimentais — é a finalidade desta seção.” (Apresentação do autor In: VIEIRA PINTO, 1941, p.265)

Considerações sobre o milagre: A objecção da conservação da energia

Considerações sobre o milagre: A objecção da conservação da energia
Artigo, 1929

VIEIRA PINTO, Álvaro. Considerações sobre o milagre: A objecção da conservação da energia. In: A Ordem. ano VIII, vol. I, n.1 (especial) e n.2 (nova série). Rio de Janeiro: Typ. do Annuario do Brasil, 1929. p.20–29.

O Poema de Parmênides

O Poema de Parmênides: Tradução literal sobre o têxto grego, segundo Mullach
Poema traduzido, 1951

VIEIRA PINTO, Álvaro. O Poema de Parmênides: Tradução literal sobre o têxto grego, segundo Mullach. In: Diretório Acadêmico da Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil, Rio de Janeiro, mar. 1951. p.11–15.

Acesso a obra:

➡     Acessar artigo no repositório Arcaz da UTFPR – Curitiba

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Sobre a obra:

  • “Em março de 1951, publicou na revista estudantil do Diretório Acadêmico da FNFi sua tradução fielmente literal do Poema de Parmênides.” (CÔRTES, 2003, p.318)
  • “Em 1951, Vieira Pinto publicará na Revista do Diretório Acadêmico da Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil, sua tradução do Perì Phýseos de Parmênides, e em 1952, na Revue des Études Grecques, um pequeno comentário ao passo 43b, do Timeu, no qual propõe uma leitura das dificuldades de tradução (…)“ (MORAES AUGUSTO, 2009/10, p.116)

Pseudônimos utilizados por Álvaro Vieira Pinto como tradutor

Álvaro Vieira Pinto realizou diversas traduções, muitas delas sob os pseudônimos de:

  • Francisco M. Guimarães
  • Mariano Ferreira
  • Floriano de Souza Fernandes

Sabe-se dessa informação a partir das pesquisas de Norma Côrtes, cujas referências estão listadas abaixo:

  • “Cassado, Vieira se refugia. Em companhia de sua esposa, D. Maria, esconde-se no interior de Minas Gerais. Durante este período, por motivos de segurança adota o pseudônimo de Francisco Guimarães — um dos nomes fictícios com que mais tarde assinará diversas traduções para a Editora Vozes. Em setembro de 1964, ajudado novamente por Ênio Silveira, pediu formalmente asilo à Iugoslávia.” (Ênio Silveira apud CÔRTES, 2003, p.322)
  • “De 1970 a 1978, Vieira se fecha em seu apartamento. Precocemente aposentado e sem trabalho regular, se mantém traduzindo para a Vozes, editora católica sediada na cidade de Petrópolis, sob os pseudônimos de Francisco M. Guimarães, de Mariano Ferreira ou de Floriano de Souza Fernandes.”  (CÔRTES, 2003, p.323)

É possível que algumas dessas traduções sob pseudônimos ainda não tenham sido encontradas.

Traduções não encontradas de Álvaro Vieira Pinto

Apesar de existirem diversas traduções já identificadas como sendo de autoria de Álvaro Vieira Pinto, ainda existem dúvidas sobre o total de suas traduções.

A partir da referência abaixo, fornecida por Álvaro Vieira Pinto em entrevista, especula-se que existam traduções não encontradas de pequenos panfletos, trabalho de tradução realizado durante sua estadia no Chile:

  • “Saviani — O trabalho principal que o senhor fez no Chile, foram esses cursos?
    Vieira Pinto — Esses cursos e ao mesmo tempo também tinha conseguido que um amigo brasileiro que trabalhava no CELADE (Centro Latino-Americano de Demografia) me apresentasse à Diretora que me deu trabalho de tradução de alguns pequenos panfletos. (Álvaro Vieira Pinto em entrevista concedida a Dermeval Saviani, 1981 In. VIEIRA PINTO, 2010, p.20)

Também acredita-se que existam outras traduções não encontradas de obras traduzidas sob pseudônimos, visto que são difíceis de serem identificadas.